O papel dos agentes literários no mundo digital
Qual é o papel actual dos agentes num domínio cada vez mais digital? Será ainda o mesmo ou terá sofrido alterações? Conheça as respostas aqui.
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Qual é o papel actual dos agentes num domínio cada vez mais digital? Será ainda o mesmo ou terá sofrido alterações? Conheça as respostas aqui.
O actual director editorial das marcas Edições 70, Minotauro, Actual e Almedina (edições gerais) irá desvincular-se do Grupo Almedina já no final do mês de Julho.
Termina assim uma colaboração de doze anos, sete dos quais já no Grupo, com bastante actividade, onde, em particular nas Edições 70, se pôde observar o trabalho de renovação e adaptação aos novos tempos por parte deste editor. Pedro Bernardo passará agora a colaborar como consultor do Grupo, assim como tradutor e revisor especializado na área das ciências humanas e sociais, passando Paula Valente a ocupar o cargo deixado por Pedro Bernardo.
«João Pombeiro, editor da revista LER desde 2008, e Lúcia Pinho e Melo, editora da Quetzal Editores também desde 2008, serão os substitutos nos antigos cargos do escritor Francisco José Viegas, indigitado Secretário de Estado da Cultura e que toma posse esta terça-feira.» Ler na íntegra no Público.
Na sequência da nomeação de Francisco José Viegas para secretário de Estado da Cultura, o Grupo Bertrand emitiu um comunicado de imprensa, no qual informa que Lúcia Pinho e Melo ficará com a gestão editorial da Quetzal Editores e João Pombeiro assumirá o cargo de director da revista LER. Replicamos abaixo o comunicado enviado há pouco.
«Francisco José Viegas foi indigitado Secretário de Estado da Cultura. A Administração do Grupo BertrandCírculo congratula-se pela escolha de um quadro da empresa para tão importante missão e expressa publicamente votos de sucesso no exercício das suas novas funções ao serviço da Cultura em Portugal. Consequentemente, Francisco José Viegas suspende a colaboração com o Grupo BertrandCírculo, uma ligação que perfaz um total de 17 anos de trabalho.
Tendo integrado o Círculo de Leitores em 1986, Francisco José Viegas regressou, em 2008, depois de um breve interregno. De há três anos para cá tem dirigido a revista Ler, uma referência nas publicações da especialidade. Em 2008, a revista foi reformulada, retomando a periodicidade mensal e reunindo um conjunto de colaboradores, críticos e cronistas, que asseguram uma cobertura exaustiva, rigorosa e inteligente do sector editorial em Portugal e do mundo literário em geral.
Francisco José Viegas dirigiu também, durante os últimos três anos, a chancela Quetzal Editores. Protagonizando uma renovação deste selo, deu uma nova vida a esta marca editorial - que faz parte da história recente da edição em Portugal - seguindo as linhas essenciais da identidade da editora fundada em 1987 e fazendo que se trate de um projecto ímpar no panorama editorial português.
A Revista Ler e a Quetzal Editores são dois projectos de sucesso também graças às respectivas equipas, construídas e geridas por Francisco José Viegas. Estas, merecendo da Administração do Grupo BertrandCírculo o reconhecimento da competência dos seus profissionais e, na certeza de que trabalharão de acordo com o espírito do projecto em que estão inseridas, garantirão uma gestão na continuidade, enquanto o director editorial se dedica por inteiro ao enorme desafio que agora abraça.
João Pombeiro, editor da Revista Ler desde 2008, zelará pela revista e Lúcia Pinho e Melo, editora da Quetzal Editores desde 2008, assegurará a continuidade da actividade editorial desta chancela.»
«O director da Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), Jorge Couto, cessa funções por decisão própria a partir de 30 de Junho, disse à Lusa fonte do seu gabinete.» Ler no Público, no Diário Digital, no Diário de Notícias, no Jornal de Notícias e no Correio da Manhã.
Ler no Publishing Perspectives o perfil deste editor que trabalha no meio editorial há cerca de seis décadas.
João Gonçalves, o rosto da editora Clube do Autor, que lançou os seus primeiros títulos no último semestre de 2010, abandonou aquele projecto. Ainda não existem indicações quanto ao futuro deste profissional que anteriormente passou pela Coolbooks (fundador), Oficina do Livro e Bertrand.
É por este nomes que, no Reino Unido, os assistentes editoriais são conhecidos. Esta profissão, e suas disparidades, no The New York Observer. Via Bibliotecário de Babel.
Após as vagas de despedimentos que têm atingido as grandes editoras canadianas, a maior parte dos editores está a trabalhar em regime freelance. Saiba mais aqui.
Maria Teresa Loureiro cessará as suas funções de editora na Guerra & Paz no final do mês de Fevereiro. A ex-editora da Bertrand e da Pergaminho estava na Guerra & Paz desde Novembro de 2009.