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Alberto da Costa e Silva distinguido com o Prémio Camões 2014

02.06.14

 

«Uma distinção justa a um nome que merece um reconhecimento maior. O poeta brasileiro, memorialista, ensaísta e historiador especialista em África Alberto da Costa e Silva foi o escolhido do júri, é ele o Prémio Camões 2014, a distinção mais importante da criação literária em língua portuguesa. A escolha pode constituir uma supresa para alguns ( e foi-o para o próprio) mas a decisão foi tomada em unanimidade, anunciou o júri esta sexta-feira. Alberto da Costa e Silva, de 83 anos, sucede assim ao moçambicano Mia Couto, vencedor do Prémio Camões 2013.» Ler no Público.

 

«Alberto da Costa e Silva nasceu em 1931. Da sua infância, na casa grande do Piauí e chegada ao Rio de Janeiro, escreveu umas memórias. Intitulou-as, com ironia e gosto pelo paradoxo, Espelho do Príncipe, que lemos no exemplar da Biblioteca Nacional de Lisboa dedicado ao poeta Alberto de Lacerda. A par da sua carreira como diplomata, no âmbito da qual serviu como embaixador em Portugal (1989-1992), dedicou-se à poesia, ao ensaio e à investigação histórica. Tal como um outro diplomata brasileiro da sua geração, o grande historiador nordestino Evaldo Cabral de Melo (irmão do poeta e também diplomata João Cabral de Melo Neto), Costa e Silva deve ser considerado um dos maiores historiadores brasileiros da actualidade.» Leia o texto do historiador Diogo Ramada Curto no Público.

 

«O anúncio foi feito hoje [dia 30 de maio], em Lisboa, pelo júri, composto por Rita Marnoto, professora universitária, José Carlos Vasconcelos, jornalista, e os escritores Affonso Romano de Sant'Anna, António Carlos Secchin, José Eduardo Agualusa e Mia Couto, vencedor em 2013.

 

O júri justificou a escolha, por unanimidade, pela "elevada qualidade em todos os géneros" literários, aos quais Costa e Silva se dedicou, e salientou também a sua "escrita refinada", que construiu "pontes entre os povos".

 

Alberto Costa e Silva nasceu em São Paulo, em 1931. Membro da Academia Brasileira de Letras, que presidiu entre 2002 e 2003, é correspondente da Academia de Ciências de Lisboa e o décimo primeiro escritor brasileiro a ser distinguido com o Prémio Camões.» Ler no Diário Digital e no Expresso.

 

«"Soube que a decisão foi unânime e, embora esteja ainda um tanto perplexo, a minha alegria é muito grande. Qualquer escritor que tivesse sido galardoado com o Camões ficaria honrado", afirmou Costa e Silva, em nota divulgada pela Academia Brasileira de Letras.» Ler no Diário de Notícias.

 

«Diplomata, foi embaixador do Brasil, na capital portuguesa, de 1989 a 1992, seguindo então para Bogotá, na Colômbia, depois de ter ocupado cargos de representação em diferentes capitais, como Caracas, Roma ou Washington.

 

Fez parte do júri do Prémio Camões nas edições de 2001, 2003 e 2013.

 

Um rio chamado Atlântico, Perfis Brasileiros, Livro de linhagem, Linhas da mão e, para os mais novos, Um passeio pela África e A África explicada aos meus filhos, contam-se entre as suas obras.» Ler no iOnline, no Sol e no Observador.

 

«O escritor e historiador Alberto Costa e Silva, de 82 anos, "ficou pasmo" quando soube ter sido distinguido com o Prémio Camões, pois "está mais habituado a ser a júri", contou hoje à Lusa o escritor Romano de Sant`Anna.» Ler e ver na RTP, aqui, aqui, aqui e aqui.

 

«Nos últimos cinco anos foram galardoados com o Prémio Camões Mia Couto (2013), Dalton Trevisan (2012), Manuel António Pina (2011), Ferreira Gullar (2010) e Arménio Vieira (2009).» Ler na Renascença.

 

«O Prémio Camões foi criado em 1988 por Portugal e pelo Brasil, para reconhecer um autor em língua portuguesa cuja obra "contribua para a projeção e reconhecimento da língua portuguesa".» Ler no Jornal de Notícias.

 

Ver na RTP.

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